quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Dell Mini 3iX: um Android com pouca cara de Google

A Dell mostrou hoje à noite o seu smartphone Mini 3iX, que sai até o final deste mês pela Claro. A fabricante modificou bastante o sistema operacional Android utilizado (1.5 Cupcake) com direito a algumas surpresinhas: é um Android sem aplicativos do Google ou Android Market (!).

Percebi isso ao navegar pelas telas do Mini 3iX, e perguntei: cadê o Android Market? A informação foi confirmada por Scott Schillington, diretor de varejo da Dell para América Latina: sim, é Android, e sim, a Dell customizou o sistema do jeito que quis (afinal, é open source, na resposta oficial).

A ideia, no final das contas, é baixar aplicativos direto dos desenvolvedores (como a Last.FM, citada como exemplo pelo executivo) ou, meio óbvio, na lojinha de aplicativos da própria Claro (veja quantos ícones vermelhos em uma das telas iniciais). Os aparelhos em demonstração tinham aplicativos nativos de Twitter e Facebook, além de um chamado “Caixa Mágica” (que entendi rodar aplicativos Java – seria esse o segredo da loja de apps da Claro?) e editor de vídeos.

A interface do Mini 3iX me pareceu muito rápida (mesmo com uma tela capacitiva e, diz a companhia, capaz de multitoque). Achei esquisito o fato de ele não ter botões na parte frontal, só nas laterais (ei, pelo menos o iPhone tem UM botão na frente, né?). Ainda nas configurações: câmera de 3 megapixels com flash, autofoco e vídeo, tela de 3,5 polegadas, 3G, Wi-Fi, Bluetooth, entrada para cartões microSD.

Ah, sim, essa configuração é distinta da vendida na China, que não tem 3G nem Wi-Fi (e um design ligeiramente diferente, de acordo com Schillington).

Diz a Dell que o smartphone será vendido inicialmente pela Claro (não falaram nada sobre preços), mas que em uma segunda fase irá para o varejo e, em algum momento de 2010 (ainda no primeiro trimestre, possivelmente) chega ao site da empresa para venda direta.

Uol Tecnologia 02/12/2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Google divulga "lista de compatibilidade" com o Chrome OS

Desenvolvedores e curiosos interessados em experimentar o Chrome OS já têem mais uma ferramenta para auxiliar na tarefa. No site oficial de desenvolvimento uma lista detalha a compatibilidade do sistema com vários modelos de netbooks, de diversos fabricantes.

A lista é abastecida com informações dos próprios desenvolvedores e usuários, e leva em conta a compatibilidade com Wi-Fi, Ethernet, Trackpad e Hibernação. Além disso, também é possível deixar comentários relacionados a algum problema específico.

Por enquanto, há informações sobre a compatibilidade de 20 máquinas, a maioria delas netbooks. Destas, sete são consideradas "totalmente compatíveis", ou seja, tudo funciona. Entre elas, a melhor opção em termos de custo/benefício para o desenvolvedor curioso é o modelo original do EeePC da ASUS (série 700), que atualmente pode ser encontrado novo por cerca de R$ 600, e usado por menos que isso. Quem acha este modelo um pouco limitado pode experimentar a geração seguinte (série 900), também suportada.

O Google Chrome OS deve chegar ao mercado apenas no final de 2010, na forma de netbooks projetados especificamente para rodar o sistema operacional. Não haverá uma versão "para download", pelo menos uma oficial, embora nada impeça que desenvolvedores compilem o código-fonte livremente disponível (como estão fazendo agora) para criar suas próprias versões do sistema.

Vale lembrar que o Chrome OS, além de ter o código aberto e livre, é baseado no Linux e rodará aplicativos "nas nuvens". Mais informações sobre o Chrome OS podem ser encontradas no site oficial, em www.chromium.org.

Terra Tecnologia 01/12/2009

Microsoft realiza campanha para impulsionar migração do IE6 para IE8

Empresa quer mostrar a clientes os avanços em segurança do navegador; versão 6 ainda é utilizada por 23,3% dos usuários.

Depois que lançou o Internet Explorer 8 em março deste ano, a Microsoft passou para o lado dos que acusam o IE 6 de desatualização. A tomada de posição ganhou mais força com uma campanha, criada pela empresa, para forçar os usuários a migrarem do Internet Explorer 6 para a versão 8.

Um dos grandes problemas do IE6 - a segurança - foi resolvido em grande parte com o IE8. Hoje a Microsoft diz bloquear 2 milhões de sites de malware por dia utilizando os recursos de segurança do IE8.

"O que estamos fazendo é ajudar os usuários a entender como se proteger contra ameaças que existem e ajudar as pessoas a compreender como o Internet Explorer 8 dá a eles o controle de sua privacidade", afirmou o gerente de produto sênior para o Internet Explorer, Ryan Servatius.

A campanha será exibida até junho de 2010.

Estatísticas da Net Applications apontam que o Internet Explorer 6 ainda é o browser mais utilizado, com 23,3% de uso. Em seguida vem o IE 7 com 18,2%; e o IE 8, com 18,1%.

Os desenvolvedores da web frequentemente se queixam de ter de suportar o IE 6, um navegador que não tolera muitas características modernas dos sites mais sofisticados e até mesmo de aplicativos, lembra o site Cnet.

IDG Now 01-12-2009

Atualização de segurança do Windows pode ter causado bug no sistema, afirma Microsoft

A Microsoft afirmou em comunicado que está analisando problemas relatados por usuários, que, ao fazer logon no Windows 7, se depararam com uma tela preta.

Segundo informações do Telegraph, a empresa acredita que uma atualização de segurança disponibilizada na semana passada pode ser a origem da falha.

“Estamos investigando relatos de que o mais recente lançamento de atualizações de segurança está resultando em problemas de sistema para alguns clientes. Assim que concluirmos a investigação, vamos fornecer orientações detalhadas sobre como prevenir ou tratar dessas questões”, dizia o comunicado.

Ainda de acordo com a reportagem, usuários de outros sistemas operacionais, como o Windows XP e Vista também já viram a tela preta em vez da área de trabalho ao logar no programa.

Para a empresa Prevx, que publicou um patch para resolver o problema, o registro do Windows pode ter sido afetado. “A causa parece ser uma mudança no sistema operacional Windows e o bloqueio de chaves de registro”, afirmou Dave Kennerley, um engenheiro da empresa.

Uol Tecnologia 01/12/2009